segunda-feira, 24 de maio de 2010

Nem começou a construção e já começam as Polêmicas!

Moçada, eu vou contar uma coisa: Eu tava doidinha para criar o marcador "Diário da Construção" Tudo bem que a construção propriamente dita ainda não começou, mas QUE BOM que existe este marcador. Espero enchê-lo em pouco tempo!
Bem, vamos ao assunto!
Este final de semana, maridex e eu ficamos mais ou menos por conta de resolver as últimas pendências para começar a operação tatu no lote, ou seja, furar os buracos! Tudo muito bem, chamamos o empreiteiro, planejamos... E, de repente, surge uma lista complementar de material. Ele esqueceu de umas "coisinhas", como por exemplo 1 caminhão de pedra! Eu não tinha me dado conta porque tinham pedras no lote e eu não me recordava a quantidade e nem dava para ver, por causa do mato. E depois que capinou, não fui lá, só fui este final de semana! Então, imaginei que a quantidade dava... Mas... não dá.
Tudo bem, beleza, foi só um esquecimentozinho de 5 ítens! Aí, o empreiteiro nos fala que os caminhões de materiais não vão conseguir entrar no lote, por causa da rua descida. Olha lá na foto de cima. Olha nessa aqui de baixo também. O meu lote é plano, mas a rua é descida.
Aí surge a muito brilhante idéia de arrancar o muro todo (12 m de frente o lote), alugar uma carregadeira ou retro para chanfrar o lote e fazer uma rampa enviezada para entrar o material. Ou seja, destruir a parte da frente para depois ter que aterrar tudo de novo. Foi quando eu disse NÃO! Não, não e não! De jeito nenhum. Além de um gasto gordinho com o aluguel da carregadeira, minha obra vai ficar sem muro. Não! Vai tirar terra para colocar de novo depois! Não!
Dei a idéia de tirar o pedacinho do muro que está no lado direito (porque o portão não está encostado no muro lateral), e o portão. O pedaço de muro é esse para onde está apontando esta setinha discreta aí de baixo.

Viu aí? Mas aí o povo disse que não, e tetetê pororô...
Final das contas: o maridex, que nunca me ouve no primeiro momento, até fez o orçamento do serviço da carregadeira. E não gostou do preço para deixar nossa obra exposta. Então, achamos um rapaz que está disposto a fazer o serviço de colocar o material para dentro da obra com a ajuda que ele contratar, pela metade do preço! Vamos ver. Eu prefiro assim. Por questão de segurança e de refazer serviço depois.
Então, quando estava quase tudo assim meio que resolvido, eis que surge uma nova lista de material que o empreiteiro havia esquecido, mas que sem ela, não dá para começar. O empreiteiro pediu também para ligar água e luz. Água, tudo bem, já estava em nossos planos é obvio. Mas luz? Pra que? Me diz? Aí meu marido começou a ficar chateado, sabe. Ficou um tanto sem paciência e a conversa mudou.
O empreiteiro, como em um passe de mágica, ficou menos exigente.
É um bom profissional, sabe? Bem recomendado, experiente e cuja especialidade é fundação. (Eu já contei aqui nossa experiência e até expliquei porque não entrego a obra toda a uma pessoa só. Agora é cada macaco no seu galho, ou seja, cada profissional em sua área) Pelo que sei, é um homem honesto e íntegro, o que não tem preço hoje em dia. Mas estava meio que dando ordem na obra que nem começou.
Como perdemos todo o final de semana olhando essas polêmicas desnecessárias, vamos ver se no outro a coisa anda!
Obs.: Essa rampinha na frente do meu portão já estava aí quando comprei o lote. E acho uma bruta falta de consideração usar o passeio para fazer rampa. Dificulta muito para quem está a pé. Você viu na foto que quase todos têm. Mas, se Deus quiser, vou tirar isso do meu passeio. E fazer a rampa pelo lado de dentro. Vamos ver se tem jeito.

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