sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

ANTES E DEPOIS

Se tem uma coisa que quem gosta de decoração ADORA, é o antes e o depois. Pois é, então vamos ao Antes e Depois mais lindo do mundo, sem qualquer modéstia:


Na foto abaixo, vemos a Manu ANTES, ali ó, na barriga de minha sobrinha Mayara, que, por sua vez, está literalmente na mão da minha irmã Sayonara (Simplesmente a vovó mais linda do mundo, não? Pode falar que eu deixo!)
Agora, abaixo, Manu depois. Simplesmente maravilhooooooosaaaaa! Linda e... Gorda! Iupiiii! Vou morder e apertar muuuuuuito! EEEEEE!
Deus te abençoe minha Manu! Jesus te ilumine todos os caminhos na vida!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ARDÓSIA - AMOR E ÓDIO

"Eu não gosto de ardósia. De jeito nenhum colocar na minha casinha de sonhos!" Pois é, minha gente, eu estava muito convicta disso até bater o olho na área de serviço mais linda que já vi. Pode falar que o gosto é duvidoso, pode dizer que tem coisa melhor no mercado, pode falar o que quiser, mas essa área de serviço é "A área de serviço" pra mim. Sei porque não. Simplismente cismei (meu ex patrão, um homem sapientíssimo me dizia: Janaina, mulher não pensa. Mulher cisma. Rsrs). Coisa irracional. Eu nem saberia me justificar devidamente, mas acontece que eu QUEEEERRROOOOO esta área de serviço. Acho que ficou maravilhosa a combinação. (desculpe a foto. Foi scaneada de uma revista Casa & Construção - editora Escala - antiga que tenho. Mas dá pra ter uma noção)
Eu já li, não sei dizer onde agora, que a combinação de ardósia com os amarelos e laranjas não é recomendável. Pode ser, mas aqui ficou linda a combinação com estas pastilhas de vidro. Nas bancadas, ardósia polida. No chão, acabamento rústico, para evitar acidentes. Ó o detalhesinho do escoamento do chão. Ó o tanque branquinho. Ó que torneira maravilhosa. Ó cortina... Ai, Ai.

Claro que eu consideraria esta uma rara exceção à regra de que ardósia, não dá. Resolvi buscar provas da minha malsã teoria na internet. Ah, com que cara grande eu estou agora, depois de ver as fotos abaixo. http://festaviva.uol.com.br./ Repara nos filetes de ardósia nesta parede. Ui!http://www.g-sat.net/. Como é mesmo a História de que ardósia não fica bem com tonalidades como amarelo e alaranjados?

Olha essa combinação com madeira... Acho que achei no site http://www.pereiragomes.com.br/.

Daqui por diante, não tenho como comentar. Literalmente, sem comentários!!! http://www.micapel.com/



Só me resta declarar: "Ardósia você não é feia ou baranga. Você é apenas mal usada, mal interpretada, mal direcionada." Se o ditado que diz que não existe mulher feia, apenas mulher mal cuidada é verídico, então, parafraseamos: Não existe ardósia feia. Apenas mal combinada! Não estou mais de mal com a ardósia! E que fique registrado que minha cara queima em fogo que não se estingue!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

MEMÓRIAS DE UMA CONSTRUÇÃO

Já disse (muitas vezes até) que este ano vamos começar a construir, certo? E vamos (Dá licença Prefeitura. Dá licença, engenheiro).

Pois é, mas essa não é a primeira viagem mágica ao mundo dos tijolos e cimentos que maridão e eu fazemos. Já conhecemos o lado escuro da força, ou seja: A REFORMA! A casa que tínhamos antes e vendemos, quando nós a compramos parecia casa de filme de terror. Então, fizemos uma reforma radical, RAAADDICALLLL, e ficou linda! (Modéstia a parte). Pena eu não ter fotos do "antes", mas do depois, posso mostrar algumas:



A primeira foto, a visão da parte de trás, a segunda, a porta de entrada. Na frente tinha um jardinzinho com caminho de madeiras muito gacioso. A terceira foto foi uma invenção de meu marido que ficou maravilhosa. Ele fez (Ele mesmo, sem marmelada) uma pequenino espelho dágua. Tinha umas carpas e um peixe japonês que viviam muito felizes ali. Havia uma queda dágua que era bastante agradável de se ver e ouvir. Olha como o dinheiro em penca ficou lindo como forração, não? Ficava no cantinho do jardim da frente da casa, ao lado da rampa da garagem. Ai, que saudade! Vou ter outro, claro! Maridão faz...
A reforma de nossa casa pode ter custado caro no Mastercard, mas a experiência que ganhamos, ah, essa não tem preço!
Vamos enumerar as tragêdias construtivas, para depois falarmos da vastíssima experiência:

1. A cozinha desta casa tinha um sistema hidráulico horrível. E tinha também uma encanação que levaria a um possível filtro, mas que não usaríamos porque colocaríamos armários. Então, dissemos ao pedreiro o que queríamos, pedindo para melhorar aquilo. E, tharam! A única coisa que ele fez foi tapar a encanação do filtro e fechar a parede, inclusive colocando a cerâmica novinha. Conclusão: tivemos que fazer mágica para colocar os armários, já que tem cano pra todo lado naquela parede. Ai, Jesus!


Essa era a minha cozinhazinhazinha. Para se ter uma idéia, suporte de ganchos, porta-papel e porta utencílios ficava pregado não na parede, mas no armário, porque na parede não tinha jeito. Na terceira foto dá pra ver um pouco.
2. O banheiro da casa valia por dois. Em tamanho? Não, em gasto com revestimento. A cerâmica era bem grande e, apesar de ser de altíssima resistência (agora me fala quem ia andar pelas paredes, pra eu comprar uma cerâmica dessas? Seria o banheiro do homem-aranha?), muitas, mas muitas, mas muitas peças mesmo, foram quebradas, ou pior: cortadas errado! Viche.
3. Temos o caso da bendita faixinha do banheiro. Claro, foi colocada mais alto do que eu queria!
4. O caso do rejunte também foi excelente! Eram três rejuntes: um verde para o banheiro, o branco para as paredes da cozinha (veja nas fotos que a cerâmica era branca com detalhes) e um bege para o chão da cozinha, por causa da cor da cerâmica. Maridão explicou, explicou, explicou, explicou, explicou. Perguntou se estava tudo certo, repetiu... Mas, claro, o rejunte branco foi usado no banheiro e, graças a Deus, cheguei a tempo de impedir o rejunte verde nas paredes da cozinha. Mas quase que não dá, viu?! Ele já estava com o serviço sendo iniciado. Então, o rejunte verde preparado foi pro lixo. O resto, teve que ser trocado no depósito. E, por falar nisso, fica aqui meu protesto registrado contra as tintas para rejunte! Ou eu dei azar (apesar de ter comprado a marca recomendada) ou a coisa é um lixo!
5. As janelas da casa foram feitas com uma profundidade especial. Mas quando chegaram... a profundidade não era aquela. E, adivinhem: o erro não foi da madereira. Então, no improviso, foram feitas espalas brancas para consertar o problema. Olha lá na primeira foto. Admito que ficou muito bonitinho, afinal de contas. Mas... e se não ficasse? Coisa de improviso.
6. Contratamos um excelente (e aqui não vai ironia, porque o cara é bom mesmo) profissional que faz tudo, para fazer os acabamentos externos. Pra melhorar a coisa mesmo, é nosso parente. Explicamos tudo o que queríamos, detalhadamente. Foi tão fraterno o entendimento. Entre sorrisos e alegrias, tudo combinado. Preço combinado, tempo estimado, início marcado. Tudo muito bem, tudo muito lindo, mas eis que a frase: "Isso nós não combinamos" começou a ser ouvida com muita frequencia pelo maridão. Por ser parente, larga-se pra lá aqui, deixa-se de lado ali... E no final, um monte de coisa combinada, claro que aqueles detalhes que tanto queríamos, não foram feitos. Detalhesinho aqui e ali que fazem a gente ter vontade de chorar.
7. A mão de obra que combinamos no caso acima foi combinada sem que nem meu marido e nem eu fizéssemos qualquer choramingo. Não pechinchamos, não argumentamos, não palpitamos. O preço foi dado, podíamos arcar com ele, parecía-nos justo e... depois da obra, por ser parente, começou-se um burburinho sobre "como-estávamos-pegando-o-boi-pelo-preço-minúsculo-da-mão-de-obra" pelas casas de outros parentes. E isso chateou muitíssimo meu marido, em primeiro lugar por causa da conversa desnecessária sobre nossa vida com outras pessoas. Em segundo lugar, porque se havia alguma insatisfação, deveria ter sido conversada conosco!
8. Ao iniciarmos esta mesma obra de acabamento externo (ê danada), notamos que certas coisas combinadas, pedras no chão por exemplo, foram executadas por outras pessoas. "Terceirizados". Então, será que esses "terceiros" não tinha seus próprios preços, de maneira a compensar chamá-los ao invés de fazer o serviço por própria conta?
9. Algumas "coisinhas" foram deixadas para depois. Algumas inclusive são da lista do "isso não foi combinado". Pensamos: Isso é moleza de fazer depois. Coisa boba. Deixa que depois termina. Acreditem: vendemos a casa alguns anos depois dessa reforma e as coisinhas sem fazer ficaram mesmo sem fazer.
10. Verdade seja dita: algumas das coisinhas citadas acima nós procuramos fazer. E um profissional para começar a coisa e ver se a gente animava, sabe? Então, fizemos a maior de todas as burradas da face da terra: pagamos adiantado. Conclusão: estas coisinhas entraram para a lista de coisinhas que nunca foram terminadas.
11. Eu amava esta casinha. Muito mesmo. Mas eu tinha muita tristeza quando olhava para aqueles cantinhos "agora deixa assim mesmo porque não temos dinheiro para refazer". E devo dizer em defeza de meu marido caprichoso que essa frase foi muito dita por mim. Perdi preciosos minutos de vida contemplando entristecida os cantinhos da vergonha. E afirmo com segurança: certas coisas não tem preço!
12. Meu marido e eu embarcamos em certos: Eu acho, dos pedreiros. E aí também, perdi uma porcentagem de minha vitalidade.
13. Outra maravilhosa pérola é: "Faz com esse que dá no mesmo. A diferença é só o preço"

Então, vamos às LIÇÕES:
1. Jamais, jamais, jamais, jamais coloque todo o serviço na mão de um único profissional. Por melhor que seja, é muito difícil (para não ser radical e dizer impossível) achar alguém que faça todas as coisas com perfeição. E, acredite: não sai mais barato. E caso pareça que vai sair, no final das contas, a diferença com certeza vai ser pouca, não compensado a qualidade do serviço depois. Cada macaco no seu galho! Essa é a mais precisa das lições.
2. Se possível, não combine apenas de boca a boca o serviço. Tudo bem que talvez não seja necessário lavrar em cartório ou perante um advogado, mas pelo menos uma anotação, é bom fazer. Com detalhes e tudo o mais. Aí, da-se uma cópia xerox para o pedreiro, apenas para deixar claro que você também tem uma cópia e sabe o que foi combinado. Isso pelo menos, evita certos aborrecimentos.
3. Não combine nada depois. Antes, e com tal zelo e sempre e tanto (Coube aqui um momento poético. Dá-le Vinícius) combine preço, detalhes, prazo. Na minha obra vou colocar um cartaz: "Depois a gente vê e Depois a gente combina" são frases proibidas aqui. Rs
4. Evite contratar parentes. Pode estragar relações maravilhosas, desnecessariamente. Toda obra gera um extresse muito grande. Melhor não misturar as coisas.
5. Pelo menos onde moro, os pedreiros não gostam muito de combinar com mulheres (eita machismo ordinário). Então, se tiver um marido: use-o descaradamente. Seja a parte gentil, se possível. Leve bolinho, elogie. E peça ao marido para se entender com o pedreiro naquilo que não gostou. Acredite, eles se entendem. Bem, mas se não tiver marido, então revista-se de seu lado persuasivo e vá em frente!
6. Visite sua obra. Se possível, um milhão de vezes por dia. Se não, faça o que puder. Se for possível tirar férias para acompanhar, melhor. Evita a síndrome-do-desmanche-do-serviço-que-já-até-secou-e-vai-ficar-caro-refazer. Evita desperdício e a coisa anda mais rápido. É o olho do dono que engorda o boi mesmo.
7. Explique tudo muito bem explicado. Se possível deixe anotado. Tipo coloque no saco do rejunte uma placa com letras garrafais: Este rejunte é da parede da cozinha! Se a cerâmica forma desenhos, faça um exemplo para o pedreiro seguir. Mostre para ele. Tente fazer tudo com bastante carinho, para não melindrar a criatura, que afinal é um ser humano. Eu pretendo fazer uma parede de mosaicos de azulejos antigos na cozinha. Vou arrumar uma maneira de numerá-los, com alguma coisa que lavando sai depois. Farei um esquema no computador... Qualquer coisa!
8. Evite economias "porcas" se informando sobre os materiais e seus "genéricos".
9. Se algum serviço ficou errado e consertar vai fazer um rombo no orçamento que vai atrasar toda a obra e gerar dívidas que não podemos arcar com elas: Conserta assim mesmo, amor! Escuta, qualquer coisa é melhor que as olhadinhas no cantinho da vergonha. Até pagar empréstimo é melhor. Todo empréstimo um dia acaba.
10. FAÇA AS COISINHAS. Mesmo que sejam bobinhas, coisa pouca, moleza, tranquilo... Se é assim faz agora. No calor da obra.
11. "Deixe isso pra lá" e "Vai assim mesmo" - NÃO. NÃÃÃÃOOOOOOOO!
12. É sempre válido e saudável ouvir opiniões. O problema está em acatá-las sem ponderação madura e discernimento. Muitas vezes a frase: Eu acho que assim vai ficar melhor está alicerçada na experiência do profissional. Mas muitas vezes ela poderia ser substituída pela frase: Do outro jeito dá muito trabalho e gasta muito tempo, então me poupa, dona!
Agora, não estou me lembrando de mais nada. Depois eu posto mais se lembrar. Mas essas aqui, valem por um bifinho, eu garanto.
Então, que fique registrado!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

EXPERIMENTAÇÕES...

Pois bem, estou aqui esperando esta temporada de carnaval passar para eu começar, carinhosamente, a aterrorizar a arquiteta. Vamos definir definidinho da silva a coisa do projeto.

Mas, enquanto isso, estou por cá fazendo minhas experimentações de artesã.
Eu confesso que me falta um tanto lá de habilidade, mas me sobra em disposição e teimosia. Portanto, correndo pela web, vi umas mandalas de jornal que me deixaram assim com água na boca.


Vamos ver:
Esta, está a venda no site: http://pt.artesanum.com/artesanato-mandala_tupiniquim_natural-9397.html. Estou estudando... Fazer, claro!

Esta é linda. Está a venda no Endereço: http://www.engenhodaarte.com.br/produtos.asp?produto=139



Estou aqui pensando comigo: depois de mostrar essas belezuras, é que resolvi mostrar meu laboratório. Inteligente...
Mas, como falava, inspirada nessas maravilhas, resolvi testar se ainda tenho "Jeitinho" com o tal do canudinho de jornal, pois não faço isso há alguns trilhões de anos. E nesse enrola aqui, cola acolá, rasga e chora por ali, fiz uma mandala. Pequena, claro, só pra avaliar se vai dar samba.
Vamos vê-la:
Pois é! Fiquei muito feliz com o resultado. As cores são por conta de maridão que, numa bela tarde de fim de semana (em que eu não estava em casa, claro) resolveu pinta-la para "me agradar". Eu queria, na verdade, outra combinação de cores, mas quando cheguei estava pronta. Claro que não vou fazer tempestade por causa disso, né. Mesmo porque, não ficou mal onde ela está pendurada. Ficou, inclusive bonita lá.
Em breve (talvez não tão breve assim) vou arriscar fazer uma maior, já que essa tem uns 40 cm de diâmetro apenas. E com a paleta de cores de minha sala.
E que fique registrado!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

ENQUANTO O SR. LOBO NÃO VEM...

Bem, enquanto não resolvo a pendenguinha do projeto (ai Jesus) vou sonhando com a casinha já pronta. Oras, eu não vou sonhar com tijolos! Já quero sonhar com a cor das peredes, a decoração, os revestimentos...
Sou apressada...
Então, enquanto sonho, tem um tempinho que estou pesquisando sobre cores e combinações, e hoje gostaria de registrar a paleta de cores que usarei em minha sala, que, depois de longas meditações entre muitas, mas muitas combinações que gostei muito, reduziu-se a coisa a duas paletas:
Como eu ainda tenho bastante tempo (epa, bastante assim também não!) vou ficar pensando muito nas duas, apesar de estar um pouco propensa a usar a primeira.
Está registrado!

E, por falar em sala, achei um sofá no site http://www.desiretoinspire.net/ que eu simplesmente AMEI! Estou apaixonada! E meu sofasinho caidinho de um século aqui de casa que se cuide.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA - A SAGA DO PROJETO

No capítulo anterior, nós vimos a família Farias muito feliz por comprar seu pedaço de Reserva Ecológica, que, conforme descobriram depois de muito suor e lágrimas, era um lindo e maravilhoso lote urbano.


Acontece que foi aí que tivemos a brilhante idéia de contratar profissionais para que fizéssemos o projeto da casa dos sonhos. Devo dizer que o projeto não ficou bom não. FICOU ÓTIMO! Maravilhoso, explêndido, lindo!


Mas (sempre tem um mas) isso tem 2 anos. Entre nojeira, muita nojeira da prefeitura, enrolação do engenheiro e outras coisitas, lá se foram 2 anos. E a coisa não desenrola...

Bem, nervosismo à parte, este ano é meu ultimato. Aliás, até o final de março, eu começo a construir, e ninguém (ninguém mesmoooo) me segura!

Até lá, vou tentar manter-me serena e calma, aguardando e cobrando, cobrando e aguardando. Se não der para construir a casa dos sonhos, vamos partir pra outra.

Aluguel, você está com os dias (muitos dias, aliás, já que vai se tratar de uma construção, e não uma reforma. Talvez anos...) contados.

E dá licença, que eu tô passando!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ERA UMA VEZ...


Era uma vez uma família feliz, que resolveu comprar um lote, e ficou mais feliz ainda.








Tudo bem, que olhando assim, parece que a família comprou um pedacinho de alguma selva ou matagal, quem sabe área de preservação permanente, mas não: era um lote mesmo. E um lote "urbano", desses poucos que ainda tem 360 m2, sabe como é.




Bem, a família feliz então colocou a mão na massa: com muito suor e esforço de todos os membros masculinos (um dos membros femininos estava atrás da câmera, para registrar o momento, e a outra, fiscalizando o trabalho), a coisa foi se modificando. Veja só meu filho mais velho trabalhando "pesado" no lote! O maridão então...






Então, depois de um loooongo e exaustivo trabalho (tá certo: do marido), a paisagem selvagem do lote se modificou drasticamente e eis que surgiu o oásis de uma provável construção civil, o paradisíaco futuro canteiro de obras, o mais belo, mais topograficamente perfeito:


LOTE DA FAMÍLIA FARIAS!!!!!


ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!
Meus Deus: dá até pra ver o chão do lote!
Não, não é mágica: é enxada mesmo!!!
Fim da primeira parte da História!